Onde a inovação e a tecnologia impulsionam o universo dos pneus.

Mercado

Indústria e sindicatos apresentam ao MTE reivindicações contra a concorrência de pneus importados

Texto original: Rádio Peão Brasil. Na manhã desta quinta-feira (09), a representantes dos trabalhadores do setor da borracha – Márcio Ferreira, Presidente da FENABOR/SINTRABOR; Josué da Purificação Pereira, Presidente do SindBorracha – Camaçari/BA; e Paulo Médice, Presidente do SindBorracha – Americana/SP, e representantes dos empregadores do setor das indústrias pneumáticas apresentaram ao Ministério do Trabalho […]

por Redação 54PSI em 10/05/2024 - Atualizado em 10/05/2024

Texto original: Rádio Peão Brasil.

Na manhã desta quinta-feira (09), a representantes dos trabalhadores do setor da borracha – Márcio Ferreira, Presidente da FENABOR/SINTRABOR; Josué da Purificação Pereira, Presidente do SindBorracha – Camaçari/BA; e Paulo Médice, Presidente do SindBorracha – Americana/SP, e representantes dos empregadores do setor das indústrias pneumáticas apresentaram ao Ministério do Trabalho e Emprego, uma pauta com reivindicações urgentes contra a concorrência de pneus importados no Brasil.

Os líderes sindicais e empresariais solicitaram medidas protetivas imediatas para garantir a competitividade do setor frente aos pneus importados.

“Não é possível concorrer com pneus de outros países que chegam com preços próximos ou abaixo do custo da matéria prima, e ainda causam grande impacto ao meio ambiente”, esta foi a máxima que pautou os discursos dos dirigentes das pneumáticas: Damián Seltzer, Presidente da Bridgestone; Jeffry Linn Havlin, Presidente da Goodyear; Mário Batista, Diretor da Pirelli; e Klaus Curt, Presidente da ANIP.

Estavam presentes na reunião o Secretário Executivo do MTE, André Segantin; e o Secretário de Relações do Trabalho, Marcos Perioto.

“Nós já tomamos várias medidas difíceis para mitigar os impactos dessa concorrência desleal. Porém não tem funcionado diante da grande desproporcionalidade dos preços dos nossos concorrentes, estamos sufocados, no limite”, concluiu o setor empresarial.