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Guizhou ampliará produção própria de negro de fumo

A Guizhou Tyre planeja acrescentar 30 mil toneladas anuais à sua capacidade de produção de negro de fumo na China. A nova linha será instalada no complexo industrial de Zhazuo, no condado de Xiuwen, província de Guizhou. O projeto será executado pela subsidiária Guizhou Qianjin New Materials e corresponde à terceira etapa de expansão da […]

por Mateus Taday em 22/08/2026 - Atualizado em 21/08/2026

A Guizhou Tyre planeja acrescentar 30 mil toneladas anuais à sua capacidade de produção de negro de fumo na China. A nova linha será instalada no complexo industrial de Zhazuo, no condado de Xiuwen, província de Guizhou.

O projeto será executado pela subsidiária Guizhou Qianjin New Materials e corresponde à terceira etapa de expansão da unidade. Com a instalação, a capacidade do complexo aumentará de 100 mil para 130 mil toneladas anuais.

O plano prevê ainda um tanque de 2 mil metros cúbicos para óleo utilizado na produção de negro de fumo e dois tanques de 500 metros cúbicos para óleos de processo. O valor do investimento não foi divulgado.

Operação está prevista para 2027

A nova linha deverá entrar em funcionamento em junho de 2027. A produção incluirá os tipos N115, N375, N234 e N330, destinados a diferentes aplicações em compostos de borracha.

A capacidade foi calculada considerando 8 mil horas de operação por ano e produção média de 3,75 toneladas por hora. Segundo o estudo ambiental do projeto, a expansão servirá como fornecimento de matéria-prima para as operações de fabricação de pneus da Guizhou Tyre.

A iniciativa amplia a integração vertical da fabricante e pode reduzir sua exposição às oscilações de preço e disponibilidade do negro de fumo. O movimento ocorre enquanto o grupo também expande sua presença internacional. O 54PSI publicou recentemente que a Guizhou avançou com os procedimentos para construir uma fábrica de pneus no Marrocos.

Não há indicação de que o negro de fumo produzido na China será comercializado na América Latina. Entretanto, o maior controle sobre os custos de matérias-primas pode reforçar a competitividade internacional das marcas Advance e Samson, inclusive nos mercados latino-americanos.

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